domingo, 29 de junho de 2014

O sino bate e deu hora.

E a gente quer andar, quer viver, mas é necessidade comum do ser humano andar mais lentamente, mas calmamente. Aprender a ser mais manso, de loucuras eternas não vive o homem, também chega um tempo de estacionar esse automóvel ditado como coração, a mente se encaixar e começar a arrumar o trajeto pra chegar na sua casa de veraneio para assentar o peito e descansar os pés. É pedido do mundo um lugar pra tirarmos as botas e se sentir caseiro, seguro. É a velha história das violetas na janela, um quintal com flora e frutos. É chegada a hora do pedido e do ter alguém pra segurar a falta de chão que assola quando o mundo parece bem. Quando o mundo parece estar em total sincronia, o estranho é que quando damos por nossa conta que chegou esse momento já estamos a alguns belos anos luz nesse estado.