quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quê de saudades.

Lágrima 
rolou, 

pranto 
desceu. 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Nota hospitalar.

Intacto, indefeso, tão frágil como um neném recém nascido brincando, ou, tentando incansavelmente brincar. Odeio estar assim, quero ser ágil, essas indefesas veem para nós mostrar que precisamos, mesmo achando que o não sobressai, que precisamos de outras pessoas, precisamos de cuidados alheios ao mundo existente dentro do nosso próprio mundo. Precisamente parece que é um pouco de pena que leva as pessoas a cuidarem de tal ser indefeso e não quero ser médio plano de cuidado. Quero ser livre novamente e querer tal vertigem.

sábado, 6 de abril de 2013

Copo de cerveja que expurga.

Parecia não me encaixar em um ambiente cercados de ledes, purpurina e felicidade, o passo mostrará a sua face novamente e jurando não se deixar levar por tanto exastidão, um pouco de saudade e colocará em dúvidas se era mesmo o que eu achava que era. Seria mesmo possivel ainda se deixar levar por antigas levianidades e ao mesmo tempo ter certeza que está na maior plena bondade da vida e ao não se deixar abater pelo os motivos e palavras ditas ao vento e ouvir um ''quem riu, riu, quem não riu, chora'', chorei, por motivos inconcretos, que ainda sim não eram mentiras e somente um tanto de inverdades, motivos que somente eu, um reliz reprodutor da classe - baixa, imunda e sangue-suga - humana, por menor que sejam as razões o mundo ainda me aflige, ainda me machuca e tento não acreditar nos seres criados ao alheio e somente nos que debaixo das minhas asas permanecem, creio que eu não mudei com tanta força e voracidade o tanto quanto eu pensava ou em uma tentativa fracassada acreditava e compreendia, mesmo sem compreender, somente eu sentirá aquela pontada de raiva e saudades dos flashes de antigamente, sem as companhias, presumo,  eu apenas, eu acreditara que o passado é parte esquecida da sua meta de trilhar a vida em um segundo, um raio de luz flosforecente cor de verde mar que cruza o alto salão, com tantas pessoas vazias e esvaziando-se, pouco a pouco. Eu acreditei e sei que o passado é pra deixar longe de tudo e todos, é coisa pessoal demais. E tudo que é pessoal eu confiei em guardar no nosso coração - nem meu, nem sei - nosso. A próxima viagem era a fuligem para sumir da face medonha daquela felicidade careta e sem vontade de ser feliz, uma felicidade barata de sair caro. Um pequeno grão de possessividade se jogava nos meus braços e eu não aguentará segurar, não existente em nenhuma outra parte de mim, um outro sentimento senão o desejo absoluto de guardar mágoas e rancores e infrutivos da vida pagã leviana que restará ainda no meu ser, o cheiro daquele ser humano,  vezes fétida, outrora como o perfume das rosas brilhantes, nada mais me chamou a atenção, acenei com um beijo de mão na culatra, pra acabar com a vida alheia que restrigia um pouco. Encontrei felicidade e amor e companheirismoque somente dentro do ser mais puro se acha. Encontrei o pequeno grande homem do meu muro alaranjado. Voilá

terça-feira, 2 de abril de 2013

Segurança.

No começo ainda precisava das pernas do criador para caminhar, o caminho foi aparecendo quando me deparei era eu que já carregava o criador nas minhas frágeis pernas e não queremos voltar ao passado, ganhamos liberdade de ambos e somos celados ao prazeres um do alheio.