segunda-feira, 21 de março de 2011

Do meu amigo, Matheus Alves para o Luiz.

" Por mais que o tempo tenha me levado, ou eu esteja tão distante, não esqueci do que sempre disse pra você, e do que sempre disse que iria fazer. Eu estou longe, mais ainda sim, te vigio, te amo e te cuido mesmo você não vendo. Não sou uma pessoa que não cumpre o que diz. Esse meu amor por você não vai passar, mesmo que eu diga. Cansei. Agora estou indo, até algum dia! Beijos da pessoa que SEMPRE vai te amar do jeito que você é! *-* "

Matheus Alves. 

Obs: Este texto não é de minha autoria. Esse texto é de um amigo, dedicado a outro amigo. O meu blog foi só um intercâmbio. Sem mas. 

domingo, 13 de março de 2011

Meros momentos.

Eu demorei demais pra seguir em frente, aliás, eu nem sei se é isso o que eu estou fazendo agora. Eu tentei demais, fiz demais, me virei em dois, era que no fundo eu sabia que você nunca tentaria ou faria nada parecido. E agora, o aperto no peito está indo embora, a saudade às vezes me manda lembranças e o seu sorriso que ainda insistia por iluminar minhas noites, está se apagando junto com as luzes do meu quarto. E agora, você está se tornando só mais uma história, daquelas que o tempo faz questão de apagar os detalhes e as cores nítidas. Você se tornou uma vaga lembrança na minha memória, você não se fez por dignos de suas promessas, você falhou, mais uma vez falhou... Como sempre fazia. Você sempre falhava em tudo e falhou mais uma vez. Calma, você não terá oportunidade de falhar novamente, agora acabou. Sim, agora está tudo acabado, o capitulo foi encerrado, agora é novas paginas a ser escrita, você não foi excluído do meu livro, só deixou de ser o mocinho pra ser o antagonista da historia. Talvez esse seja seu verdadeiro papel aqui, fazer sofrer, essa sempre foi a sua vocação. Sempre. 

A carta.

Segue abaixo, uma carta escrita na fria madrugada de treze de março de dois mil e onze, ás cinco e dezoito da manhã de domingo. 
Essa carta nunca foi entregue ao seu verdadeiro destinatário(e meu - por esse breve momento- amor.)



" Rio de janeiro, 13 de março de 2011."

Bom dia, meu caro(a):

" Sem que ninguém desconfie, sem que ninguém saiba. Passei dias, horas, meses (talvez), tentado saber como organizar tudo o que eu queria falar sobre você e para você de forma suave, sem que fosse volúpia e nem vulgar. Pensei em lindos versos, lindas mensagens famosas. Mais não explicaria tudo o que tenho dentro de mim, queria um modo de desabafar e vi que desse modo seria mais fácil e mais verdadeiro. Eu te amo sim, não queria, juro, não queria nunca te amar, podia morrer sem amar alguém a ter que amar você, meu infinito esplendor. Mas, veja meu nobre que se fossemos os mentores do nosso coração não teriam lindas guerras, brigas, mortes e mais mortes. O amor é sim, algo belo, mais muito perigoso e traiçoeiro, veja eu, na imensa covardia não consiga guardar pra mim mesmo tudo o que sinto, será ironia? Será insanidade? Não. É amor, por mais horrível que se pode parecer, por, mas podre e sem razão. Tente me compreender que não escolhe te amar, não escolhi te escolher. Que fique bem claro ao longo dessa carta, não estou pedindo a momento nenhum que me ames, que fique comigo, que se case, NÃO! Peço só, que tente entender, que tente saber como eu me sinto. Compreendo e sei que amas outra pessoa, compreendo e concordo que sejas feliz com outra pessoa... Mas, não poderia jamais, te privar de uma coisa tão feia que aconteceu comigo. Com você estando relacionado. É a vida brincando de novo comigo, é a vida que escolhe por quem devemos sofrer, por quem devemos chorar e não nós. Se meu coração te escolheu, pode até ter uma parcela de culpa minha. Eu só queria te dizer, que por mais que digam que sou errado, eu te amo. Ah, antes que termine essa carta (da qual você nunca tomará conhecimento.). Eu vou lutar até o meu ultimo suspiro pra acabar com qualquer sentimento em relação a esse amor. Talvez um dia sejamos amigos, como somos hoje. Mas, isso o senhor tempo dirá. Eu te amo e não queria ter que dizer isso. 
Um abraço, meu amor. "